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A BRUXINHA

A Bruxinha faz ao público um convite à imaginação e ao desenvolvimento da criatividade. A personagem gráfica da premiada autora e ilustradora EVA FURNARI, com mais de 30 anos de aparições em livros e tirinhas, ganha corpo - e alma - de boneco, e leva para os palcos toda a sua graça, simpatia e inusitado senso de humor, vivendo suas aventurinhas, manias e caprichos. Transforma almofadas em dragões, um balde e uma vassoura em um príncipe, dá vida a sapatos que dançam um divertido tango, e assim por diante, até que um monstro muito desajeitado deseja testar a sua varinha de condão. A partir daí, uma ágil sucessão de imagens narra o duelo do monstro com a Bruxinha e seus amigos, como que em uma cena de desenho animado, para que, por fim, tudo acabe em uma grande brincadeira. O monstro vira mais um amigo para a divertida "trupe" de nossa heroína.

Com muita simplicidade, e momentos de poesia, a Bruxinha nos cativa e encanta com suas pequenas manias, gestos e jeitinhos. Nos revela uma outra face da realidade: carregada de fantasia.

 

PRÊMIOS E INDICAÇÕES

  • PRÊMIO MAMBEMBE 1995 – MELHOR DIREÇÃO PARA TEATRO INFANTIL - INDICAÇÃO PARA MELHOR ESPETÁCULO

 

UM BREVE HISTÓRICO

Baseado na obra da autora e ilustradora Eva Furnari, este foi o primeiro trabalho da Cia. Truks. A peça estreou em 1991 e foi apresentada até 1998, tendo ultrapassado a marca de 1200 sessões realizadas neste tempo. Depois, voltou a ser incorporada ao repertório do grupo, a partir de 2010. O trabalho foi marcante por propor, pela primeira vez em São Paulo, a utilização de bonecos desconhecidos, até então, do nosso público.

A Cia Truks trazia para os palcos uma proposta diferente, inspirada no teatro de bonecos oriental que, em lugar de ocultar os atores animadores atrás de panos pretos, ou através de técnicas de iluminação rebuscadas, os revela para o público. Encantados que ficamos com a possibilidade do ator animador também poder “mostrar” ao público o ofício de operar um boneco, “mergulhamos” a fundo nos estudos e experiências práticas do BUNRAKU japonês, gênero em que nos inspiramos, e cuja característica principal é o boneco animado ao mesmo tempo por 3 atores que lhe conferem movimentos humanos precisos e muito surpreendentes. Após 8 meses de trabalhos ininterruptos, finalmente estreamos a nossa “Bruxinha”, um espetáculo muito lúdico, doce, leve e irreverente.

Costumamos dizer que foi em meio à trajetória da Bruxinha que a Cia Truks moldou muito do seu “jeito de ser”. Se em um primeiro momento trazíamos para a cena 3 atores animadores, como costumávamos chamar, “neutros”, para que a vida dos bonecos não fosse “ofuscada” pelos humanos por trás deles, logo vimos alguns “acidentes de percurso” irem transformando esta primeira experiência, de forma a acabar forjando uma característica própria da Truks. Percebemos que, em um ou outro cruzamento de olhares entre o ator animador e o boneco, seguido, por exemplo, de um sorriso do primeiro, a vida do boneco parecia ficar ainda mais reforçada, afora a geração de momentos lúdicos deliciosos advindos destas relações. Aos poucos, assim, fomos saindo da condição de neutralidade cênica para assumir um jogo em que atores animadores estariam plenos na cena, ao lado de seus bonecos, oferecendo-lhes a vida ao mesmo tempo em que jogavam com ela. Logo vimos que este era o jeito que, ora essa, brincam todas as crianças, com seus bonecos. Vimos que passávamos a ser, para as crianças, não mais seres misteriosos do teatro, mas sim “adultos bem humorados” a interagir com bonecos, de forma divertida e o principal, como elas fazem! Este "jeito nosso", nascido à luz da busca por uma verdade cênica que nos agradasse, e não por imposição de algum conceito técnico e ou estético pré-estabelecido marcou, por assim dizer, o “DNA” da Cia Truks, e faz parte dos procedimentos do grupo até hoje.

 

Imprensa comenta

“A técnica é apreciadíssima por crianças e adultos, mesmo sob olhar diverso. As primeiras se divertem com a encenação, que lembra suas próprias brincadeiras. Os segundos se regalam com a técnica, ao mesmo tempo em que descobrem que podem partilhar o entretenimento com a plateia mais jovem”.

LÚCIA SERRONE – JORNAL DO BRASIL – RJ - 30/08/1996

“A BRUXINHA é um teatro de bonecos eficiente. E bonito. As crianças pequenas ficam concentradas e encantadas ao assistir ao espetáculo... Os bonecos dão um show de movimentos. Um telescópio e um planeta voadores dançam no ar, sob uma luz brilhante. Os manipuladores sustentam o espetáculo e, às vezes, contracenam de forma divertida com os bonecos...”.

MÔNICA RODRIGUES DA COSTA – FOLHA DE SÃO PAULO - 27/02/1994

“Acredite: sem utilizar uma só palavra, consegue prender a atenção das crianças durante todo o tempo. A história, narrada através de gestos e música mostra a Bruxinha tentando evitar que sua varinha caia em mãos erradas... O resultado é belíssimo. A certa altura dois pares de sapatos dançam um charmoso tango. Não é à toa que a criançada se encanta com tamanha fantasia”.

ANA CLÁUDIA FONSECA – REVISTA VEJA SP - 23/02/1994

fotos

vídeos

Ficha Técnica do Espetáculo

Criação:
EVA FURNARI,
CLÁUDIO SALTINI,
EDUARDO AMOS,
HENRIQUE SITCHIN e
VERÔNICA GERCHMAN

Direção Original:
EDUARDO AMOS

Criação e confecção dos bonecos:
VERÔNICA GERCHMAN,
EVA FURNARI,
CLÁUDIO SALTINI,
EDUARDO AMOS e
HENRIQUE SITCHIN

Elenco:
ANGÉLICA PRIOSTE,
PRISCILA CASTRO,
LUCIANA SEMENSATTO,
AGUINALDO RODRIGUES e
DRIELY PALÁCIO

Direção (a partir de 2010):
HENRIQUE SITCHIN

PRODUÇÃO GERAL:
CIA. TRUKS - TEATRO DE BONECOS
TEL/FAX: (011) 3865 - 8019
truks@uol.com.br